Meu nome é Tuko, Tuko Archmed, eu sou Indiano, e definitivamente não gosto de felicidade, eu nunca sorrio, nem em filme de comédia, nem vendo política ou fazendo sexo, se bem que, fazer sexo com minha esposa é muito engraçado, ela faz uns barulhos estranhos, e vive me chamando de outros nomes, diz que é pra apimentar a relação.
Minha esposa é do tipo, gordinha, sabe, se ela ficar de quatro na cama a barriga dela bate no lençol, Minha esposa chama-se Linda, e ela se parece uma obra de arte, ela parece um quadro de Picasso, e os vizinhos ainda me perguntam por que ela vive de burca, brasileiro é sacana, gosta de ver a desgraça dos outros…
Eu sou indiano (acho que já disse isso), e minha família tem certa tradição militar, desde o meu tataravô todos os homens da família foram bravos combatentes, e é impressionante como sempre acontece a mesma coisa, todos morrem logo na primeira missão, sabe como é né, uma família de homens bomba.
Ao invés de ter minhas 72 virgens (escrevendo-me cartinhas com corações, chamando-me de miguxo, perfis no “Orkut” cheios de corações e entrando nas comunidades do “Nxzero”, “Eu amo mulçumano de boné”), minha família preferiu arranjar um casamento, e me mandar para Brasil.
Eu acabo de chegar e vou narrar muitas das minhas experiências, mas depois de terminar uma prece a todos os donos de frigorífico.
Sorte na nova life cara, mas por favor.. não vire um torcedor Corinthiano.
Muito bom o conto! Quero saber mais do Tuko. Hehe.